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  • Paradores

    post em 27/03/2016

    Que tal se hospedar num antigo palácio de um nobre ? Ou num convento do século 17? Quem nunca sonhou em pernoitar num castelo? Na Espanha é possível tornar o sonho em realidade através da rede de Paradores, hotéis de luxo localizados em edifícios históricos que estavam abandonados e foram reformados. A ideia existe em vários lugares do mundo - inclusive no Brasil - e é um sucesso. Infelizmente, o preço da hospedagem é salgado, mas a empresa sempre faz promoções fora da alta temporada quando os pobres mortais - como eu - podem usufruir do conforto desse paraíso. Dá para acreditar que consegui uma tarifa de 66 euros, para casal, em Tordesilhas? E o Parador ainda tinha spa! Ainda há preços especiais para quem tem menos de 30 anos (Escapada Jovem) ou mais de 55 anos (Dias Dourados). O café da manhã pode ou não ser cobrado com a diária. Se o hóspede resolve de última hora, sai por 15 euros. A variedade é tanta que mesmo o mais exigente sai de lá satisfeito: churros, vários tipos de presunto, queijo branco, suco de fruta, pães como croissant, ciabata, de forma, etc., frutas da época, ovos fritos, iogurte, bolos, etc. Para os interessados na boa mesa, os restaurantes dos Paradores são abertos ao público e oferecem um excelente menu com uma média de 30 euros por pessoa, não incluídas as bebidas. Igualmente, há datas festivas como Dia dos Pais, Dia das Mães e Semana Santa, que são preparadas refeições especiais. Mesmo que você não pernoite no Parador é possível conhecer uma parte das dependências. Afinal, essas construções têm importância história e arquitetônica e qualquer pessoa pode entrar e ao menos passear nas áreas comuns. Fiz isso quando visitei as cidades de Siguenza que tem um antigo castelo do século 12 transformado em Parador e em Cáceres onde o hotel está localizado num palácio do século 14. O único efeito colateral de hospedar-se num estabelecimento deste tipo é que você não quer voltar a ficar em hotéis baratos. É a parte desagradável dos sonhos: a gente tem que acordar na melhor parte.  ...

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  • Universal Music Festival

    post em 13/03/2016

    O Teatro Real abre as portas para a música pop. Assim como ano passado tivemos por aqui Elton Jonh, Caetano e Gil (eu fui !!), em julho teremos astros da música internacional e nomes que são famosos para os espanhóis, mas desconhecidos no Brasil. Tudo isso faz parte da comemoração dos 200 anos do teatro. Os ingressos estão a venda a partir do dia 9 de março. Portanto, se você estiver planejando sua viagem para Madri nas datas abaixo e o seu artista preferido for se apresentar, já pode pensar em unir o útil ao agradável: 5 de julho - Rod Stewart, 8 de julho - José Luis Perales 16 de julho - Rufus Wainwright 26 de julho - Bunbury 27 de julho - DianaKrall 30 de julho - Arcángel Confira outros festivais que acontecem no mês de junho clicando aqui....

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  • Tordesilhas

    post em 29/02/2016

    Uma das primeiras cidades espanhola que todo brasileiro ouve falar em sua vida não é Madri, nem Barcelona: é Tordesilhas! Por causa do tratado, assinado entre o Portugal e os reinos de Castilla e Aragão, escutamos esse nome ao longo da vida escolar. Afinal, Tordesilhas nos deu uma certidão de nascimento e ainda definiu por que o Brasil é o único país das Américas a falar português. Assim, após a viagem que fiz a Zamora, decidi não adiar mais o sonho e conhecer de perto aquele pedaço de terra que viu nascer Pindorama. Para os espanhóis, entretanto, o tratado não é tão importante. Para eles, a cidade é sinônimo de ter albergado como prisioneira a rainha dona Juana I, a Louca; é onde fica o fabuloso Real Convento de Santa Clara e se realiza a festa do Toro de la Vega. Como não poderia deixar de ser quando se trata de Espanha, come-se muito bem em Tordesilhas e se bebe, principalmente, o vinho Douro, posto que o rio corta a região. Tordesilhas está a duas horas de carro de Madri. Em 1494, ano da assinatura do Tratado, tinha 3.500 habitantes. Atualmente, conta com 8,500 e um centro histórico praticamente inexistente, pois o casario antigo desapareceu. Por isso, um dia inteiro já está de bom tamanho ou para completar o fim de semana, visite a igualmente interessante Medina del Campo há 22 quilometros de distância. Foi o que fiz e valeu a pena. A melhor maneira de chegar em Tordesilhas é de carro e pelo nosso site é possível encontrar um possante que caiba no seu bolso. Igualmente, aproveitei uma promoção de inverno do Parador e fiquei hospedada ali. Confira alguns lugares imperdíveis desta pequena localidade: Casa do Tratado - apesar de irresistível e uma das principais atrações turística do local, a casa é o local "provável" da assinatura. Também alerto que o visitante não verá o documento original, que está em Sevilha, mas sim as cópias. No segundo andar um cenário simples com uma mesa coberta com uma toalha com os escudos dos dois reinos e manequins, simulam o momento da firma entre os representantes dos dois soberanos. Ora, se tudo é cópia ou falso, onde está a graça? Ao contrário do que alguns professores nos ensinam na escola, História tem muito de imaginação. A exposição começa com as maquetes das caravelas de Pinta, Santa Maria e Niña, passa pelos instrumentos e livros de navegação, e apresenta os personagens que estavam envolvidos diretamente com o Tratado como os reis de Castilla e Aragão, Isabel e Fernando, o rei português João II, Cristovão Colombo e Pedro Álvares Cabral, entre outros. No segundo andar, uma vitrine expõe os produtos que os europeus trouxeram da América como açúcar e tabaco. O mais interessante são os mapas mundis que eram conhecidos naquela época. Assim temos um de origem árabe, onde a Arábia Saudida é o centro do mundo até as cartas de navegação italiana. Depois, como a cartografia teve que se ampliar para incluir a América, após a chegada de Colombo e Cabral na América, vemos os primeiros rascunhos do Novo Mundo. Foi uma delícia reviver meus tempos de estudante de História quando os professores nos explicavam sobre esses documentos tão importantes. Esta parte é super bem contada e lamentei não estar em sala de aula para mostrá-la aos meus alunos! Quando? Inverno: 10 a 13,30 y de 16 a 18,30; Verã0: 10 a 13,30 y de 17 a 19,30 Domingos de 10 a 14; Segunda fechado. Gratuito Museo de São Antolín (Museu de Arte Sacra) - mais um museu ...

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  • Feria ARCO 2016

    post em 25/02/2016

    No final de fevereiro, as galerias de arte têm um encontro marcado em Madri. Trata-se da Feira Internacional de Arte Contemporânea onde representantes de 221 galerias, de 21 países, vêm mostrar seus artistas, trocarem ideias e, claro, fazer negócios. Esta foi a segunda vez que estive por lá e cada vez noto que Madri tem uma cena artística vibrante como é o caso da Madrid Gallery Weekend, não por acaso, apoiada pela instituição. Este ano, a Feria Arco comemora 35 anos de existência e para celebrar uma data tão especial não houve nenhum país-convidado: porém, foram chamadas galerias representativas de cada país que formaram uma homenagem à Feira. Com mais de três décadas de existência, a ARCO se reinventa e expande suas fronteiras, pois em 2016, haverá uma edição especial em Lisboa, 26 a 29 de maio, na Fábrica Nacional da Cordoaria. Quem passeia pela capital portuguesa ou na cidade do Porto percebe que há muitas galerias novas, artistas interessantes e preços atraentes. Por isso, nada mais natural que levar esta ideia ao vizinho ibérico. Como na edição anterior fiz meu recorrido pelas galerias brasileiras - 12 no total - e ainda descobri dois compatriotas que eram representados por instituições estrangeiras. Depois aproveitei para descobrir artistas de várias procedências e subi algumas fotos no Instagram. Em tempo: a foto que abre este post é de uma pintura do tcheco Jiri Georg Dokoupil. O paraense Tonico Lemos Auad mora em Londres há mais de quinze anos e trabalha tanto a pintura como a escultura. Misturando madeira e cestinhas de crochê, ele fez uma peça delicada e forte ao mesmo tempo. Galeria Stephen Friedman, Londres. A Galeria Luciana Brito trouxe a tradição e a modernidade para a ARCO 2016. Estavam expostas o primeiro quadro concretista e a primeira obra realizada pelo computador do Brasil de autoria do paulista Waldemar Cordeiro. O detalhe mais emotivo é quem apresentava essas obras era o simpático neto do artista, Yuri Oliveira. Lado a lado, as esculturas do francês Raphael Zarka, davam um salto de mais de 70 anos de história, com suas "contorções" em madeira. Impactante também foi a obra trazida pela Galeria Vermelho onde a obra de Marcelo Cidade, Geometria do Colapso 3, feita com cobertores ordinários - daqueles usados por mendigos - para nos recordar que nem todos são incluídos na sociedade brasileira. Estava andando quando os quadros deste estande me chamaram a atenção pela semelhança com os de Gonçalo Ivo. Ao me aproximar, descobri que o autor dessas esculturas suspensas em madeira, metal ou nailón eram de um brasileiro, Artur Lescher, representado pela galeria OMR, da Cidade do México. As pinturas são de Gabriel de la Mora. Finalmente, visitei o estande da Casa Triângulo, que exibia obras de, entre outros, Albano Afonso e Sandra Cinto (que se encontram com obras na expo Abstração/Abstracción, Galeria Fernando Pradillo) e do espanhol Guillermo Mora. Infelizmente, não encontrei os responsáveis de algumas galerias brasileiras para entrevistá-los e só escrevi sobre estas obras. Porém, a participação brasileira na ARCO continua na exposição de Adriano Amaral, na Tabacaleira. Até ano que vem ! A Argentina será o país convidado. Sinal que os maus tempos dos Kirchner x Espanha estão ficando para trás....

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  • Plaza Mayor

    post em 23/02/2016

    A Plaza Mayor é parada obrigatória de todo turista em Madri. Hoje em dia os visitantes, preocupados em tirar fotos, nem imaginam que ali já foi palco para aclamações de reis, touradas, autos de fé, Carnaval e muito mais. A praça foi construída quando Felipe II decidiu que Madri seria a capital do Reino e para isso, precisava remodelar e embelezar as praças existentes. Como (quase) todas as obras daquela época, a construção foi andando devagar e cada arquiteto e governante dava seu pitaco. Também temos que considerar que vários prédios eram de madeira e arderam em grandes incêndios em três ocasiões distintas. Um dos edifícios principais da Plaza Mayor é Casa de la Panadería que tem sua fachada principal toda pintada com motivos mitológicos. Inicialmente, ali funcionava uma padaria, mas ao longo do tempo serviu para sede da Real Academia de Belas-Artes e da Real Academia de História. Hoje abriga um centro de informação turística. Em frente está a antiga Casa de la Carnicería ou, traduzindo, Açougue. Como o próprio nome diz, ali se vendiam carnes e o comércio existiu até o século 19 quando as normas de higiene começaram a mudar. Em breve será inaugurado um hotel no local. No meio da praça temos a estátua equestre de Felipe III realizada pelo mesmo escultor que fez a de Felipe IV, o italiano Pietro Tacca e Juan de Bolonia, cuja foto abre este post. Outro ponto importante são os bancos em ferro que retratam os incêndios, os carnavais e mesmo os autos de fé celebrados pela Inquisição. É difícil vê-los porque sempre há um turista amigo sentado ali, mas fica a dica. Apesar de remodelada inúmeras vezes, a praça guarda sua função primordial de abrigar o comércio da cidade e ser um ponto de encontro. Antes tínhamos os açougueiros e padeiros; atualmente, as lojas de lembrancinhas para turistas. No lugar dos cavalheiros e damas, artistas ambulantes fantasiados que se oferecem para tirar fotos com os turistas e que cobram depois. Atualmente, a Plaza Mayor recebe importantes eventos como concertos no festival Verano de la Villa, em julho;a tamborrada, na Semana Santa e uma feirinha de Natal, em dezembro. Como boa historiadora preciso lembrar que esse tipo de construção vai influenciar diretamente as colônias espanholas na América. Afinal, quem foi a Buenos Aires, Lima ou Santiago sabe que a plaza mayor dessas cidades é parada obrigatória ali também.    ...

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  • Abstração/Abstracción

    post em 19/02/2016

    A Galeria Fernando Pradilla exibe “Abstracción/Abstração” , com obras de 14 artistas brasileiros*, oriundos do Ateliê Fidalga, em São Paulo, até o dia 26 de março. A exposição gira em torno do tem da abstração, mas não só em arte e sim na filosofia ou no cotidiano. “A maioria dos trabalhos foi feito especialmente para esta mostra” conta Albano Afonso, criador do Ateliê Fidalga “todas as obras foram discutidas em grupo: desde a concepção até a montagem” explica o artista acrescentando que todo processo durou dois meses com um grupo que já se conhece há mais de seis anos. Apesar do fio condutor da mostra ser a abstração encontramos obras figurativas como as da artista plástica Renata Cruz que exibe “Área de soltura”, uma colagem de desenhos de beija-flores, realizadas a partir de uma imagem da enciclopédia Abril, dos anos 70 e entremeadas com citações de do escritor americano Walt Whitman. “Sempre trabalho com a colagem no sentido mais amplo do termo que consiste pegar materiais diferentes e juntá-los” conta Renata Cruz. Além de “Área de Soltura” ela traz um interessante calendário quando se obrigou a fazer um desenho por dia. O resultado é uma página de uma folhinha de um mês onde no lugar das datas aparecem objetos do cotidiano com frases do espanhol Enrique Vilas-Matas. Objetos & Fotografias No entanto, não só de pinturas está feita a mostra. Há objetos como os de Victor Leguy feitos durante uma residência artística na Finlândia na qual ele traz jornais locais para contar a história de uma pequena cidade finlandesa. Assim, ele pretende discutir o que realmente entendemos do texto quando não sabemos o significado das palavras. A fotografia está igualmente representada com os trabalhos de Ding Musa e Ricardo Barcellos. Ding Musa, que teve sua obra exibida na Tabacalera, dentro do PhotoEspaña 2015, trouxe uma imagem randômica, onde o espectador precisa se posicionar tanto de longe como de perto para apreciar as sutilezas e repetições da fotografia. Já Ricardo Barcellos nos trouxe uma fotografia onde as imagens estão superpostas e o papel – o suporte – está rasgado, sendo exibido de maneira fragmentada, o oposto do que esperaríamos de uma fotografia tradicional. O objeto é resultado de suas pesquisas em torno à influência da imagem no cotidiano, especialmente na vida dos invidentes. La corteza del alma – Beth Moysés No segundo andar da galeria encontramos a mostra “La corteza del alma” que reúne obras de Beth Moysés e trabalhos sob sua curadoria. Sempre discutindo questões ligadas ao universo feminino, a artista aposta pela instigante obra conceitual “Uma pausa” quando fez em grandes dimensões uma agulha de coser, um instrumento tão atribuído ao universo feminino, e a deixou repousada na parede. Uma reflexão sobre o labor das mulheres, o descanso e até mesmo, ao ato de se defender, posto que as agulhas são usadas por várias mulheres contra o assédio em transportes públicos. Abstracción/Abstração Autor: coletivo de artistas brasileiros vindos do Ateliê Fidalga, em São Paulo. Onde? Galería Fernando Pradilla. Calle Claudio Coello, 20. Metrô Retiro, L2 ou metrô Serrano, L4. Horário: Segunda a sexta 10:30 a 20:30. Sábados de 11:00 a 20:30 horas. De 18 de fevereiro a 26 de março de 2016. Gratuito *Confira abaixo a lista completa dos participantes da mostra: 1.Albano Afonso. (Sao Paulo, 1964) 2. Ricardo Barcellos. (Porto Alegre, 1969). 3. Felipe Cama. (Porto Alegre, 1970). 4. Pedro Cappeletti. (Montevideo, Uruguay, 1969. Se traslada a Porto Alegre en 1977). 5. Carla Chaim. (Sao Paulo, 1983). 6. Sandra Cinto. (Sao Paulo, 1968). 7. Renata Cruz. (Sao Paulo, 1964). 8. Julia Kater (París, 1980) 9. Víctor Leguy (Sao Paulo, 1979) 10. Ding Musa. (Sao Paulo, 1979). 11. Carlos Nunes. (Sao Paulo, 1969). 12. Mauro Piva. (Rio ...

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  • Hotéis

    post em 15/02/2016

    Já não sou mais turista em Madrid, mas esta vida de guia de turismo brasileira me fez conhecer alguns estabelecimentos. Por isso, dou algumas dicas para meus leitores queridos baseada nas conversas que tive com os hópedes. Prometo aumentar a lista! Quatro Puerta del Sol - hotel super bem localizado, perto da Porta do Sol, mas não NA Porta do Sol. Um diferencial e tanto para quem gosta de tranquilidade, mas deseja ficar perto de tudo. 4 estrelas. Preços: 70 até 145 euros. Informações: http://www.hotelquatropuertadelsol.com/ Hotel Europa - se os atendentes deste hotel disserem que ele está a 2 passos da Porta do Sol, acredite! Localizado no antigo edifício onde nasceu o pintor Juan Gris, o estabelecimento presta homenagem ao artista com uma placa na entrada e cópias de pintura no saguão. O atendimento é ótimo e os quartos, confortáveis. 3 estrelas. Preços: 79 até 250 euros. Informações: http://www.hoteleuropa.eu/ Ibis Madrid Centro - o Ibis é simples, o café da manhã é razoável, mas o preço compensa tudo. Este hotel está localizado na calle Malasaña e isso significa que você terá ao redor bons restaurantes, pubs irlandeses, cafés e uma agitada vida noturna. São 20 minutos de caminhada, pela calle Fuencarral, até a Porta do Sol, mas tem metrô na esquina, linhas 1 e 4, que ajudam a ir rapidamente para as atrações mais emblemáticas de Madri como o Museu do Prado e o Museu Reina Sofia. Preços: 50 a 100 euros. Informações: http://www.ibis.com/es/hotel-3318-ibis-madrid-centro/index.shtml Fora do centro: Bairro de Salamanca Hostal Dom Diego - para quem não se importa de pegar metrô ou deseja ficar no bairro de Salamanca num hotel bem confortável e com um preço razoável tendo em vista que o lugar é onde concentra o comércio de luxo da cidade. O café da manhã é delicioso. Podem perguntar para minha mãe que fala disso até hoje! 3 estrelas. Preços: 52 a 120 euros. Informações: http://www.hostaldondiego.com/ Novotel - belo hotel para quem deseja em um local com acesso fácil ao Aeroporto, pois o hotel está pertinho da rodovia que desemboca em Barajas. Recém-inaugurado, o hotel está com as instalações tinindo de novas. As linhas 2 (que te levam ao centro) e a linha 4 estão pertinho e também abunda o comércio da calle de Goya. Quem se hospedar aqui fica ao lado da plaza Salvador Dalí, a única projetada pelo artista no mundo e do Barclayd Center, o antigo Palacio de Deportes, onde são realizados shows, festas e eventos esportivos. 4 estrelas. Preços: a partir de 83 euros. Informações: http://www.novotel.com/es/hotel-9298-novotel-madrid-center/index.shtml Conhece algum bom hotel em Madrid? Conte sua experiência nos comentários!...

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  • Fitur – 2016

    post em 21/01/2016

    É difícil resistir a uma Feira onde vários países estão reunidos para mostrar o que tem de melhor aos visitantes seja no quesito gastronomia, monumentos, história ou festas. A Feira Internacional de Turismo - Fitur, em Madri, realizada todos mês de janeiro, no IFEMA é um resumo das qualidades que os agentes de viagem e promotores de turismo desejam passar para os visitantes. E se em Zamora quem me perseguiu foi Mariano Rajoy, desta vez tropecei com o líder do PSOE, Pedro Sánchez. Dessa vez, como boa guia de turismo brasileira em Madri, me concentrei em descobrir as novidades que a Comunidade de Madrid e a cidade de Madrid oferecem. Estavam ali o ônibus turístico de Madri e os "chulapos", personagem típico da festa de San Isidro, oferecendo os não menos tradicionais "telhadinhos" e "barquinhos", biscoito típico desta terra. Os madrilenhos estão empenhados em dar uma imagem moderna da região. Prova disso é a criação de uma APP para o turismo, de um passaporte turístico com as três cidades Patrimônio Mundial (Alcalá de Henares, El Escorial e Aranjuez) e o calendário de eventos das cidades da Comunidade. Se ano passado quem tinha um estande exclusivo eram os times de futebol, este ano o Teatro Real e seu aniversário de 200 anos levaram o mérito. Expondo cenografia e vestuário das produções da casa, ainda havia demonstração de maquiagem e cabelereiro para os interessados. Mas o que acho mais legal são os atores com roupas características que ficam circulando pelos pavilhões para promover suas cidades ou regiões. Bandoleiros, imperadores romanos, rainhas da beleza de Valência, bailaoras de flamenco, pessoas em trajes típico. Ficava difícil escolher com quem tirar foto! Apesar de ter posado com esses personagens fui ao estande do Brasil - e milagre! - a baiana estava praticamente sozinha e pude, finalmente, tirar foto com ela! Confira mais fotos da Fitur no Instagram do Rumo a Madrid.  ...

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  • Inverfest

    post em 10/01/2016

    Para espantar o frio de janeiro nada melhor que boa música. Ainda bem que o festival Inverfest realizado no Teatro Circo Price nos ajuda a enfrentar esta época. Serão três semanas de música com nomes do cenário nacional e internacional. Este ano, o Inverfest será de 14 a 31 de janeiro com atrações para todos os públicos, do flamenco de Niña Pastori (16) ao rock da banda madrilenha Izal (21 a 23) e às canções de cabaré da cantora alemã Ute Lemper(30). Também o público familiar não foi esquecido e os pequenos, acompanhados dos seus pais, podem curtir a trilha sonora do desenho animado Templeton, interpretado por Candela y Los Supremos (17) e Beatles, com La Fantastica Banda (31) dentro do ciclo MiniMúsica, cujos espetáculos serão aos domingos, às 12h. Onde? Teatro Circo Price. Ronda de Atocha, 35. Metrô Embajadores, L3. Quando? 14 a 31 de janeiro. Quanto? De 20 a 35 euros. Preços especiais para o ciclo Mini Música. Mais informações e compra de ingressos neste site: http://www.teatrocircoprice.es/web/index.php/festivales/festival/22 Confira as demais atrações do Inverfest: 14 - quinta, 21h - Revolver 15 - sexta, 21h - Xoel López 16 - sábado, 21h - Niña Pastori 17 - domingo, 12h - Minimúsica - Candela y los supremos   21 a 23- quinta a sábado, 21h - Izal 24 - domingo, 12h - Minimúsica - The Pinker Tones 28 - quinta, 20:30h - Martirio 29 - sexta, 20:30h - Luis Eduardo Aute 30 - sábado, 20:30h - Ute Lemper 31 - domingo, 12h - Minimúsica- La Fantástica Banda   O Rumo a Madrid agora está no Instagram com o nome de @rumoamadrid. Siga a gente por lá!...

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  • Liquidação – Rebajas

    post em 07/01/2016

    Vai começar a temporada mais esperada do ano! Não estou falando nem da temporada taurina e muito menos de futebol. Dia 7 de janeiro depois do feriado mais esperado do ano começam as "rebajas" - as liquidações que deixam o povo louco, mesmo na crise (ou será por causa da crise?). Ao contrário do Brasil onde as liquidações costumam ser mais enganação aqui o negócio é sério: roupas, decoração, cosméticos, sapatos e acessórios com descontos maravilhosos. O único artigo que não entra nesta lista são os livros, uma pena. Como já tenho vivência me atrevo a dar algumas dicas para quem vem por aqui nesta época: 1- Aproveite! Os descontos realmente existem. Aquela calça que custa vinte euros já custou 50. 2- Realize seus sonhos de consumo e compre em uma loja que você sempre sonhou, mas nem podia passar perto. 3- Os descontos melhoram a medida que o tempo passa. O que está com 20% nesta semana estará com 30 % na semana seguinte. 4 - Algumas lojas colocam peças da "nova coleção" ao lado das que estão em liquidação. É preciso tomar cuidado! 5- Adquira sapatos logo na primeira semana, especialmente se você tiver "pés de anjo" como os meus... Na "rebaja" não há reposição! 6- Para os meninos: camisa social cai de preço absurdamente. Mas cuidado com as estampas e cores de gosto duvidoso que costumam sobrar. É uma tentação comprá-las abaixo do preço, mas nem sempre vale pena. 7- As "rebajas" de inverno acontecem após 6 de janeiro até final de fevereiro e as de verão, na primeira semana de julho até o final de agosto. Quer saber sobre equivalência de tamanhos e outras dicas ? Clique aqui. O Rumo a Madrid agora está no Instagram com o nome de @rumoamadrid. Siga a gente por lá!    ...

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